audiência sobre Plano Diretor

O Plano Diretor de Bragança Paulista deve ser votado, em plenário, na Câmara Municipal nas próximas sessões. Até agora, no entanto, a Prefeitura não enviou para os vereadores o projeto revisado, após as duas audiências públicas realizadas pelo Legislativo.

De olho na votação e no futuro do desenvolvimento da cidade, a Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos da Região Bragantina (AEAARB) e o vereador Marcus Valle estão cobrando uma manifestação sobre o assunto.

O presidente da AEAARB, Marcelo Perrone encaminhou ofício para a Câmara Municipal cobrando os apontamentos feitos nas duas audiências públicas realizadas no Legislativo.

Ele lembra, no documento, que durante a audiência realizada no dia 3 de outubro representantes da Prefeitura e
da Universidade São Francisco (USF), responsáveis pela elaboração do Plano Diretor, disseram que analisariam os apontamentos feitos no projeto pelo grupo de trabalho da AEAARB e dariam retorno, porém, passados cerca de 25 dias, nenhum retorno foi dado.

Em nota, a entidade divulgou que a AEAARB entende que tanto a população precisa ter conhecimento das
propostas aceitas como válidas como os vereadores, para que os mesmos possam embasar seus votos.

Marcelo Perrone cobrou a presidente da Câmara Municipal, Beth Chedid que seja dada transparência e publicidade não só aos pleitos da entidade mas também da sociedade civil em geral a fim de que todos possam ter conhecimento do que porventura foi ou não acrescentado no projeto.

Manifestação de Marcus Valle

Na semana passado, o vereador Marcus Valle já havia se manifestado sobre a necessidade de receber as alterações com antecedência.

Marcus Valle, aliás, encaminhou um ofício para a Prefeitura solicitando que as emendas fossem encaminhadas à Câmara Municipal com urgência para que possa estudar o projeto antes da votação.

Vale lembrar que com desde janeiro, por causa da revisão do Plano Diretor está proibida em Bragança Paulista a construção de novos empreendimentos no município. A decisão foi tomada através de decreto pelo prefeito Jesus Chedid, gerando desaquecimento no setor de construção civil.

 

 

 

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