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COVID-19 mata mais que dengue em Bragança mas é preciso combater mosquito

COVID-19 mata mais que dengue em Bragança mas é preciso combater mosquito

Tem sido muito comum algumas pessoas tentarem minimizar as mortes por coronavírus comparando com as mortes provocadas por outras doenças como dengue, sarampo, H1N1 e outras síndromes respiratórias. Em Bragança Paulista, no entanto, a COVID-19 preocupa muito mais que todas estas outras doenças juntas;

No município já foram registradas, somente este ano, 10 mortes por coronavírus.  Em contrapartida desde o início do ano não foram registradas nenhuma morte por dengue, outras síndromes respiratórias ou sarampo no município, no mesmo período, conforme dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde.

Combate à dengue

Isto, no entanto, não é motivo para que o bragantino deixe de combate o mosquito da dengue. Em 2019 foram registrados 51 casos positivos de dengue. Este ano já são 49 casos.

Nem em 2019 e nem em 2020, no entanto, foram registrados óbitos por causa da dengue. “Eu peço a população que limpe suas casas. Não só porque a dengue também poder ser letal e levar ao óbito, mas também por causa dos escorpiões “, disse a secretária Marina de Fátima Oliveira.

“Inclusive temos uma equipe na rua trabalhando no combate a dengue, que são os agentes de endemia. É muito importante a parceria da população com o poder público”, disse ela.

Marina também disse que com relação ao sarampo ano passado apesar de 29 casos confirmados, não foi registrada no município nenhum óbito.

Já com relação as síndromes gripais ela disse que durante o ano de 2019 inteiro foram notificados 19 casos de síndromes respiratórias graves, sendo 5 delas confirmadas e um óbito registrado. Este ano, só de COVID-19 já são 195 notificações, 63 casos confirmados, entre eles 10 mortes.

Capacidade das UTI de Bragança Paulista

Durante seu pronunciamento na manhã de hoje, 27, Marina de Fátima Oliveira ressaltou que o Hospital Universitário São Francisco  (HUSF) está com 100% dos leitos de UTI ocupados.  Já na Santa Casa, que tem atualmente 19 leitos de UTI a disposição tem uma taxa de ocupação de 30%. Vale lembrar que em ambos hospitais, há pessoas com COVID e também com outras patologias internadas.  “Se a gente não tomar medidas individuais e coletivas, podemos ter agravamento destes casos”, disse a secretária.

Ela acrescentou ainda que dos 63 casos confirmados, 18 são profissionais da área da saúde, sendo que do total de 32 recuperados, 14 são de profissionais de saúde.

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