Cerca de 200 alunos da escola municipal Fernando da Silva Leme, localizada no bairro Santa Luzia, em Bragança Paulista ficarão sem aulas nos próximos dias. Isto porque, nesta quarta-feira, 2, a Prefeitura de Bragança Paulista, decidiu interditar a unidade escolar por causa das rachaduras.

O anúncio oficial foi feito aos pais durante uma reunião, realizada pela Secretaria Municipal de Educação na escola na manhã desta quarta-feira, 2. A decisão foi tomada após uma vistoria realizada no local na sexta-feira, 27 de abril. Na oportunidade, os pais dos alunos da tarde, tiveram que buscar as crianças na escola mais cedo.

A escola foi inaugurada em março de 2004, ou seja, na administração anterior de Jesus Chedid, e possui 1200 m² de área construída.

Antes da interdição total, uma sala de aula, já estava escorada com vigas e interditada.

O assunto inclusive foi tratado na semana passada na Câmara Municipal. Na oportunidade, a vereadora  Fabiana Alessandri acrescentou que o estacionamento e o muro da escola também serão  reformados juntamente com o prédio. Ela reivindicou as melhorias ao prefeito Jesus Chedid, com urgência, após vistoriar a escola .

As rachaduras se alastraram da sala de aula para o corredor e cozinha dos funcionários e o muro lateral, que está instável com rachaduras, corre risco de desabar.



Em nota, a vereadora Fabiana Alessandri, ressaltou que foi informada pela Prefeitura, que até o fim da reforma,   os alunos devem ser transferidos para o prédio da Creche Colibri, no Jardim São José e que a medida é necessária para segurança dos alunos.

A Prefeitura ainda não se manifestou oficialmente sobre o local onde as aulas acontecerão a partir da próxima semana, mas deve informar aos pais o local até sexta-feira, 4.

Atualmente, 224 crianças estudam na escola que atende até o Infantil V e possui cerca de 50 funcionários incluindo professores.

Pais de alunos  solicitam além de reforma estrutural para solucionar as questões da rachadura, uma reforma do estacionamento que não possui saída de água e por isso alaga quando chove, a troca da claraboia, pintura nas paredes, instalação de mais telas para evitar a entrada de pombos, instalação de calhas para evitar que a água da chuva caia dentro da escola, substituição do parquinho de ferro pelo de plástico, entre outras melhorias.

 

Uma licitação para reforma da escola chegou a ser aberta no dia 6 de março, porém, apenas a empresa Cem Dez Construções participou do processo licitatório e a licitação foi então revogada e um novo processo deverá ser aberto

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