Na tarde de quinta-feira, dia 5, tomou posse a nova secretária de Saúde de Bragança Paulista, Marina de Fátima Oliveira.

Marina é graduada em Ciências Sociais e especialista em Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde. Foi secretária de Saúde  entre 2014 e 2015 e de Governo entre 2013 e 2014, no município de Caraguatatuba. Ela também foi secretária de Saúde entre 2005 e 2008,  e de Defesa do Cidadão entre 2009 e 2012 em São José dos Campos, cidades administradas na época por prefeitos do PSDB, partido ao qual ela era filiada até 2015.

Ela também foi secretaria-geral da Câmara Municipal de São José dos Campos, oportunidade em que se filiou ao Democratas. Nas últimas eleições, ela concorreu ao cargo de vice-prefeita, com Shakespeare Carvalho (PRB). Eles ficaram em terceiro lugar nas eleições.

Marina disse em entrevista coletiva que junto com os servidores municipais será possível reerguer a saúde no município. “Vamos organizar a casa junto com os servidores” disse.

 

“Quem precisa de tratamento precisa tê-lo. Não tem cabimento a pessoa esperar meses ou até anos para fazer um exame simples. Nós temos convicção que trabalhando junto, nós os servidores da secretaria de saúde, toda a Prefeitura e a população nós vamos dar um jeito nisto”, disse Maria Oliveira.

A secretaria disse também que é muito importante o trabalho de prevenção de doenças e cuidar do básico.

Marina não concorda com o fechamento das unidades básicas de saúde na hora do almoço e que implantará um rodízio entre os servidores para isto. “Não é cabível que uma unidade feche na hora do almoço. Ele tem que funcionar no seu horário normal.”

Com relação à Associação Brasileira de Beneficência Comunitária (ABBC), ela disse que irá conversar com os profissionais da empresa, porque precisará deles.

“Nós vamos precisar dele porque devemos fazer um novo contrato com uma nova OS, ou com outra entidade. Nós vamos precisar dos profissionais”.

Disse ainda que pretende fazer saúde pública de verdade e que já está trabalhando no novo edital para contratação de uma organização social.

“Pode fazer parceria tanto com OS ou entidade filantrópica. Não podemos entregar para a OS, as políticas públicas de saúde. As políticas púnicas pertencem ao municípo. O gerenciamento das unidades pertencem ao município. Esta ai o grande erro: a OS é apenas um parceiro e não dirigente da saúde pública do município”.

Ela garantiu também que o Bom Jesus será reaberto como unidade de pronto atendimento no dia 31 de dezembro, as 16h.