O policial militar Evandro Henicka mais conhecido como Gaúcho, acusado de ameaçar torcedores do Ferroviários Atlético Clube (FAC) por causa de um briga ocorrida após partida de futebol entre FAC e o Corinthians de São Bernardo do Campo, foi desarmado, mas está trabalhando  normalmente, segundo informações de nota de imprensa, assinada pela Seção de Comunicação Social do 34º Batalhão da Polícia Militar do Interior e enviada somente hoje à reportagem do Bragança Em Pauta.

Questionamos ainda ontem, dia 12, a Secretaria  Estadual de Segurança Pública do Estado de São Paulo, sobre o fato, mas a resposta, só veio no início da noite de hoje, dia 13, por volta das 18h58, informando que o policial foi desarmado e o caso continua em investigação.

A confusão envolvendo o PM, aconteceu após o jogo válido pela final do Campeonato Amador do Estado, organizado pela Federação Paulista de Futebol Amador, cuja partida aconteceu no Estádio Mário Guilherme dos Santos, campo do São Lourenço, time do qual o PM era técnico até o primeiro semestre, quando foi acusado de agredir o árbitro no intervalo da partida na época, entre São Lourenço e Santa Filomena.

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Por causa desta agressão, o PM “Gaúcho” foi afastado da competição pela Liga Bragantina de Futebol por mais de 700 dias, mas teve a pena reduzida para 360 dias, que ainda estão vigentes.

A briga após o jogo entre FAC x Corinthians de São Bernardo, segundo a nota, ocorreu por volta das 19h e no momento da briga, o policial militar “estava de folga, em trajes civis e armado.

Há varias versões da confusão. Enquanto uns informam que “Gaúcho” começou a briga, provocando os torcedores do FAC por causa da derrota nos pênaltis,  outros alegam ao contrário, que foram os torcedores do FAC, incomodados com ele ter tirado sarro por causa da derrota, que partiram para cima do policial.

Ainda na nota, a PM informa que  conduziu o envolvido até o 34º BPM/I  onde foram adotadas as medidas administrativas pertinentes, para ser realizada a devida apuração e esclarecimento dos fatos.

Segundo a assessoria da PM, o policial se negou a fazer teste de bafômetro e foi elaborada uma autuação referente à recusa de realização do teste, bem como o recolhimento da sua CNH e do seu veículo.

A arma, carga do policial militar, permaneceu apreendida no 34º BPMI.

Ainda segundo nota da Polícia Militar, “as partes foram conduzidas ao Plantão Policial de Bragança Paulista e o delegado registrou o boletim de ocorrência de Ameaça, para apuração”.

Todos foram liberados e como o policial militar pertence ao efetivo do 47º BPM/I, localizado em Campinas, todas as informações foram encaminhadas para aquela unidade policial.

Ainda segundo a nota, o policial militar não foi preso e aguardará a apuração dos fatos trabalhando em sua unidade policial.

Além da Polícia Militar, a Guarda Civil Municipal também atendeu a ocorrência.

 

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