A Polícia Civil de Bragança Paulista, realizou na manhã desta sexta-feira, 4,  a Operação Hórus, em diversos bairros do município com o objetivo de cumprir 12 mandados de busca e apreensão e um de prisão.

Os trabalhos contaram com a participação dos delegados Sandro Montanari, José Glauco Silveira Lobo Ferreira, Elton Costa, Wagner Modesto e Lauro de Almeida, cerca de 50 policiais, e 15 viaturas.

O nome da operação foi escolhido, porque Hórus é o olho que tudo vê e os policiais vem trabalhando há meses no esclarecimento de um caso de homicídio, ameaças à agentes das forças de segurança e também tráfico de drogas no município.

Em entrevista ao jornal on line Bragança Em Pauta, Sandro Montanari, delegado a Central de Polícia Judiciária (CPJ), explicou  que as ações aconteceram na região do Cruzeiro, Parque Brasil, Henedina Cortez e Popó.

Cinco pessoas foram conduzidas à delegacia para averiguações,  uma pequena quantidade de drogas apreendida e algumas peças de moto e capacetes.

A operação é mais uma resposta das forças de segurança do município no combate à criminalidade desde que a residência de uma guarda civil municipal foi alvejada com 7 tiros, no último dia 22 de abril, após a morte de um jovem de 16 anos em um confronto com a PM 

Ailton Luan Toledo dos Santos, de 24 anos, é o principal suspeito de efetuar os disparos e ameaçar o guarda. O caso continua em investigação pela CPJ.

Luan, como é conhecido no mundo do crime,  já teve a prisão decretada acusado de outro crime: um homicídio registrado em Bragança Paulista no dia 13 de janeiro deste ano.  O caso foi investigado e esclarecido  pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG).




Camila Aparecida Romão, de 36 anos foi assassinada em um bar no Parque Brasil durante aquela madrugada.

O bar já estava fechado quando Luan teria entrado no local e cometido a execução, efetuando pelo menos 4 tiros. Um deles atingiu o pescoço da vítima, que morreu na hora.

Segundo o delegado Glauco Ferreira, Camila Romão tinha passagens pela polícia e quando começaram as investigações, os policiais desconfiaram que o crime poderia estar relacionado ao tráfico de drogas.

Foi então que no dia 22 de fevereiro, os policias fizeram uma diligência na casa do acusado e lá apreenderam 9 kg de drogas e mais de 3,6 mil reais em dinheiro. 

Glauco Ferreira explicou que durante a operação algumas roupas foram apreendidas e as testemunhas reconheceram que foram as roupas usadas no dia do assassinato por quem cometeu a execução.

O advogado de Luan chegou a entrar em contato com a Polícia Civil na oportunidade, informando que o cliente se apresentaria espontaneamente, mas isto não aconteceu.

Nesta data, apesar da ação simultânea em diversas residências, onde Luan costuma frequentar, o mesmo não foi localizado.

Como há um mandado de prisão, Luan já é considerado foragido da Justiça.

Os delegados Sandro Montanari e Glauco Ferreira pedem que quem souber o paradeiro de Luan denuncie o fato, mesmo que anonimamente para a Polícia Civil pelo telefone 181.

 

 

1 comentário

  1. vamos pra cima desse vagabundo guardas….a pm e a civil ta dia e noite…mas meus parceiros continuam omissos, principalmente a noite….to sentindo falta do sergio pereira! publica ana!!!! sem medo!!!

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