Depois de pouco mais de 5 meses, a Prefeitura de Bragança Paulista, publicou na última edição do Imprensa Oficial do ano, ou seja nesta sexta-feira, dia 29, a redesignação e edital retificado da Concorrência Pública nº 5/2017, que prevê a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de fiscalização eletrônica e monitoramento de trânsito do sistema viário do município.

A licitação acontecerá no dia 5 de fevereiro de 2018, às 9h30.

De acordo com o edital a visita técnica é obrigatória e devera ser realizada até o dia 2 de fevereiro, mediante agendamento pelo telefone  (11) 4034-7100 com o secretário de Mobilidade Urbana Manoel Botelho.

O edital retificado completo deverá ser retirado gratuitamente no balcão do setor de licitações da Prefeitura
Municipal de Bragança Paulista, na Avenida Antônio Pires Pimentel, nº 2.015, no centro, em dias úteis das 9h às 16h devendo o interessado levar  mídia específica para cópia (cd/dvd, pendrive, etc.) ou ainda no site www.braganca.sp.gov.br

Licitação suspensa

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo determinou a suspensão da licitação no dia 16 de agosto, dois dia antes da data prevista para a  abertura da licitação.

A suspensão foi feita após denúncias de possíveis irregularidades no edital apresentadas por Fábio Luiz Peduto Sertori e pela empresa Tec Det, que hoje presta serviços ao município em contrato que  foi firmado na gestão de Fernão Dias em meados de 2014 com prazo de 36 meses.

Na época, com a revogação da licitação a Prefeitura renovou por seis meses o contrato com o Consórcio Via Segura, da qual a Tec-Det faz parte. Este contrato é válido até fevereiro de 2018.

Além dos radares, que muitos motorista infratores ficariam felizes em vê-los desligados,  a licitação abrange também o monitoramento eletrônico, implantado no município em 2009, no Complexo Integrado de Segurança Emergência e Mobilidade -CISEM, cujas câmeras e equipamentos de OCR são ferramentas importantíssimas não só quando o assunto é mobilidade urbana, mas também no combate a criminalidade, principalmente para o trabalho de investigação da Polícia Civil.

Na última licitação, em 2014, o processo também foi interrompido por duas vezes, sendo uma delas pelo próprio TCE.

 

 

 

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