3ª FASE OURO VERDE

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo realiza hoje, 22, a 3ª fase da Operação Ouro Verde.

Conforme o apurado pelo Bragança Em Pauta, os promotores e a PM cumprem 8 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.  Há buscas no município de Serra Negra, que faz parte da região Bragantina.

Os mandados estão sendo cumpridos também nas cidades de Campinas, Jundiaí e São Paulo. O Gaeco ainda não confirmou os nomes dos investigados.

A Operação Ouro Verde é realizada a fim de apurar desvios de dinheiro do hospital em Campinas de mesmo nome da operação.  Acreditava-se no início  em desvios de R$ 4 milhões. Agora estes números já chegam a R$ 7 milhões e certamente podem chegar a mais com os desdobramentos do caso.

Quando começou Operação Ouro Verde

A primeira fase da operação ocorreu no dia 30 de novembro do ano passado. A princípio seis empresários foram presos.

Um dos presos na primeira fase da operação é Fernando Vitor Torres Nogueira Franco, que segundo o relatório de investigação do MP, ao qual o jornal on line Bragança Em Pauta, teve acesso na íntegra, tem ligações com a Organização Social Reviva Saúde. A entidade desde o mês de setembro de 2017 é responsável em Bragança Paulista pela administração das unidades básicas de saúde.

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Fernando Vítor Ouro VerdeNa época da assinatura do contrato ele se apresentou como representante da Reviva no município. A entidade, entretanto, negou que ele fizesse parte da Reviva.

Em julho deste ano, o Ministério Público do Estado de São Paulo confirmou  à reportagem do Bragança Em Pauta, que as investigações da Operação Ouro Verde evidenciam que a Reviva Saúde é sim, uma das organizações sociais utilizadas por parte do grupo por trás da Vitale.

Fernando Vítor continua preso.

Leia + Investigação evidencia que a Reviva Saúde é uma das organizações utilizadas pela Vitale. 

A segunda fase da Operação Ouro Verde aconteceu em março deste ano. Na época foi preso o médico, Oswaldo Perezi Neto, que também chegou a prestar serviços para Bragança Paulista. Os serviços teriam sido prestados através de um contrato da Reviva com sua empresa, entre setembro e novembro de 2017.

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Em breve mais informações.

 

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