A Defesa Civil de Bragança Paulista divulgou balanço dos estragos causados pela chuva na quarta-feira, dia 24. Segundo o balando,  o volume da pancada de chuva de forte intensidade  foi de 32,7 mm.

A chuva foi acompanhada de trovões e relâmpagos e com velocidade de vento de 12,2 km/h, e a pancada que começou por volta das 17h30 encerrou-se por volta das 18h15.

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Devido a forte chuva em um curto espaço de tempo houve acúmulo de água em  diversos pontos da cidade, conforme o já divulgado pelo jornal on line Bragança Em Pauta.

Segundo a Defesa Civil sete vias públicas tiveram alagamentos de pequena a grande intensidade e quatro de média intensidade.

Por volta das 20h, segundo o relatório, todas as vias estavam transitáveis, com exceção da Rua Francisco Luigi Picarelli, Jardim Santa Helena, que permaneceu isolada até o escoamento total, devido ao alagamento de grande intensidade.

Os alagamentos de média intensidade aconteceram em quatro vias públicas:

  •  Avenida dos Imigrantes próximo a Passarela Chico Zamper  no bairro do Lavapés
  • Rua Gerônimo Martins Carreteiro,
  • Rua Clemente Ferreira
  • Avenida Antônio Pires Pimentel (próximo a loja Marabraz).

Ainda no centro, houve alagamentos, considerados pela Defesa Civil,  de pequena intensidade, em duas vias:

  • Rua Tupi (frente da garagem N. Sra. de Fátima)
  • Avenida José Gomes da Rocha Leal (altura da Lo Sardo Materiais de Construção).

Queda de árvores

Em virtude da velocidade do vento, segundo a Defesa Civil, 6 árvores de médio porte caíram, duas na Avenida Alpheu Grimello, sendo uma em frente ao Porks e outra no novo posto de combustível, estas vias foram interditadas. Outras duas caíram na Avenida Dom Pedro I, sendo uma em frente a Vitrine do Lago e outra na Variante do Taboão depois do Portal I. Na Rua Godinho Júnior, próximo ao Estádio do Bragantino, a via precisou ser interditada. Também houve registro de árvore caída na Alameda Suécia, no Jardim Europa.

A Secretaria Municipal de Serviços foi acionada e prestou apoio com equipe e maquinários necessários para a retirada das árvores caídas em vias públicas.

Na Estrada Municipal, sentido pesqueiro do Galo, no bairro Morro Grande da Boa Vista, 3 árvores de grande porte caíram sobre a rede elétrica. A empresa Energisa foi acionada para a manutenção e retirada das árvores caídas.

Falta de energia

Segundo a Energista, a queda de árvores sobre as redes de distribuição de energia elétrica causou o rompimento de cabos, queda de postes e outros danos ao sistema elétrico.

Bairros como Morro Grande da Boa Vista, Água Comprida, Vergenha, Residencial Águas de Bragança, do Bacci, Boa Vista, Bom Retiro, Parque Caete, Loteamento Fernão Dias, Jardim São José, Portal da Estância e Condomínio Vila Rica ficaram sem energia.

Em caso de necessidade por causa de temporais como estes, a Energisa deve ser acionada pelo telegne 0800 70 10 326 (ligação gratuita) ou pelo aplicativo Energisa On.

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Residências afetadas

Ainda segundo a Defesa Civil houve ainda o registro de duas residências e famílias afetadas, sendo uma no Bairro Bom Retiro Dell Orti, onde as águas avançaram sobre o quintal da solicitante, não afetando o interior da residência. A outra residência fica na Rua Josmar Fantini de Oliveira, no Jardim do Cedro, onde as águas da via pública avançaram pela garagem, chegando a adentrar na residência aproximadamente 12 cm de lâmina de água.

Além da Defesa Civil por causa da enchente e outros transtornos causados pela chuva, foram acionadas a Guarda Civil Municipal, as Secretarias de Ação e Desenvolvimento Social (SEMADS) e de Serviços, o Corpo de Bombeiros e Energisa.

Mercado Municipal

Na nota, a Prefeitura não se manifestou sobre o telhado do Mercado Municipal Waldemar de Toledo Funk, porém, a própria secretária de Agronegócios, Gislene Bueno, falou que a Secretaria de Agronegócios está providenciando a contratação de uma empresa para realizar os reparos.

Esta não é a primeira vez que o Mercado vira cachoeira este ano e os permissionários, querem providências.

O forro, segundo o relatado ao Bragança Em Pauta,  foi inclusive reparado na última chuva, mas não resistiu e cedeu novamente. Para que as obras fossem concluídas com mais agilidade, chegou informações à redação que os permissionários teriam contribuído financeiramente com os reparos.

A secretária Gislene Bueno nega esta informação e afirma que os reparos foram feitos pela Prefeitura, devendo esta denúncia de pagamento dos permissionários ser apurada através de procedimento administrativo junto a Secretaria Municipal de Serviços.

O medo de funcionários, permissionários e frequentadores do local é que o forro caia durante o funcionamento do local e cause ferimentos em alguém.

Segundo o apurado pela reportagem, o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) que fica no piso superior do Mercado, também sofre constantemente com a chuva.

 

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