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Santa Catarina: a marca da tradição alemã é um ótimo destino para férias

O Bragança Em Pauta, além de te manter informado no dia a dia, quer ajudar você a escolher um ótimo destino para as férias. É por isto, aliás, que toda semana, publicamos dicas do especialista de viagens, da Antaris Travel, Cláudio Lutzak. Se você está planejando suas férias ou lua de mel, por exemplo, e não sabe para onde ir, que tal conhecer Santa Catarina?

Para quem gosta de viajar e conhecer culturas diferentes as cidades de  Blumenau, bem como de Pomerode são destinos perfeitos. Elas preservam, por exemplo, os costumes e a gastronomia da Alemanha.

Blumenau

“O caminho que leva a uma Santa Catarina com cara e jeito alemães passa necessariamente por Blumenau. A cidade fica distante 153 quilômetros de Florianópolis”, ressalta.

O especialista lembra que Blumenau oferece atrações bastante conhecidas durante todo o ano, embora a fama venha da Oktoberfest, o festival de cerveja inspirado no banquete criado pelo rei bávaro Luís XI, em Munique, para comemorar seu casamento, em 1814.

“O parque onde a festa alemã é realizada permanece aberto, o ano todo, servindo um pouco dos sabores e das lembranças desfrutadas pelos turistas durante a Oktoberfest, promovida em outubro”, revela.

Cláudio Lutzkat ressalta que nada combina melhor com o ambiente e a aura da cidade do que um passeio pela história e a cultura locais. “O dia de passeio deve incluir a Ponte de Ferro. as construções antigas da Rua XV de Novembro e a vista da curva do Rio Itajaí-Açu” diz o especialista.

A encantador Pomerode

Outra dica é visitar cerca de 30 quilômetros adiante, a cidade de Pomerode que preserva a tradição germânica  nos charmosos prédios.

Pomerode é considerada a ‘Pequena Alemanha’ brasileira e fica a 175 quilômetros da capital”, ressalta Cláudio Lutzkat.

A cidade está localizada no Médio Vale do Rio Atajaí-Açu, a 58 metros acima do nível do mar. “Os colonizadores lá chegaram em 1863, vindos da região de Pomerânia, no Norte da Alemanha”, ressalta ele.

A cidade conta com o Pórtico do Imigrante, na saída norte. Trata-se de uma réplica em tamanho natural do Portal de Stettin, antiga capital da Pomerânia. Já na entrada do Portal Turismo Sul, símbolo da cidade, há um rico acervo de edifícios e casas que o turista verá reproduzindo o estilo enxaimel — técnica artesanal que usa só madeiras encaixadas com pinos, considerado o maior fora da Alemanha.

Gastronomia

Além da rica arquitetura, Pomerode oferece, um trajeto chamado Rota do Enxaimel, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

“A gastronomia de lá esbanja personalidade em interpretações dos cardápios típicos. São oferecidos pratos contendo os tradicionais eisbein (joelho de porco), marreco recheado e kassler (bisteca de porco). Também não pode faltar a cuca, carro-chefe das confeitarias.

Além disso, a cerveja artesanal de Pomerode é outra atração. A visita à Cervejaria Schornstein é imperdível.

“Pelas ruas do centro vale fazer uma caminhada. Mas uma alternativa também encantadora é passear nos carros de mola, aquelas carrocerias muito antigas e sofisticadas puxadas por cavalos”, diz Cláudio Lutzkat.

Segundo ele, documentos históricos, objetos e utensílios que ajudam a contar o histórico da colonização e da formação do município podem ser vistos nos museus Pomerano, do Marceneiro e Casa do Imigrante. “Com tempo, uma dica é o turista admirar o belo prédio e a fábrica da Porcelana Schmidt”, ressalta.

Outros pontos para visitação

Cláudio Lutzkat ressalta ainda que um outro ponto especial para visita é o santuário Nossa Senhora do Bom Socorro, no Morro da Cruz.

“A vista é esplêndida. É uma visita especial para quem quer te  momentos de meditação”, diz o especialista da Antaris Travel, lembrando ainda que a admirável estrutura arquitetônica da igreja recebeu em 1912 a estátua de Nossa Senhora do Bom Socorro, trazida da França.

Outra parada, segundo ele é: Nova Trento. A Villa Italiana consiste num conjunto de estações que contam como era a vida dos colonos que fundaram a cidade. Vale uma visita ao museu e ao mercado de pulgas.

“O visitante conhecerá dezenas de peças, algumas delas com mais de 100 anos, distribuídas em construções caracterizadas com o que foi possível reunir da época em que chegaram os colonos italianos”, diz Cláudio Lutzkat.

Há réplicas de máquinas e ferramentas usadas nas fazendas antigas, miniengenho de farinha de mandioca e lago com criação de peixes e gansos.

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